História

História

A PGA começou a operar em 1990. O primeiro voo oficial, a 7 de julho, ligou Lisboa ao Porto, no mesmo dia em que teve início a rota Lisboa/Faro.

Descolagem

A ideia de criar uma nova empresa no mercado da aviação comercial nasceu em 1987, por iniciativa da Coopav - Cooperativa de Pilotos, da Transconsult - Gabinete de Estudos e Projetos no setor dos Transportes e do Grupo Espírito Santo.

O projeto foi concretizado um ano mais tarde com a criação, a 25 de julho 1988, de uma sociedade anónima de capitais exclusivamente portugueses e privados.

Embora criada em 1988, a Companhia só começou a operar em 1990. A cidade do Porto foi o destino do primeiro voo oficial, operado por um Fokker 100, que partiu de Lisboa no dia 7 de julho desse ano. Nesse mesmo dia teve início a rota Lisboa/Faro.

Dos voos domésticos à internacionalização

A internacionalização iniciou-se em junho de 1992, com voos regulares para Colónia, Turim e Estrasburgo. A posterior aquisição de dois novos Fokker 100, permitiu a conquista de nichos de mercado na Europa.

Com a liberalização total do espaço aéreo europeu, em janeiro de 1993, a PGA pode prosseguir os seus projetos de expansão, acrescentando, nos anos que se seguiram, as cidades de Madrid, Bruxelas, Mulhouse/Basileia, Hannover e Estugarda ao seu mapa de rotas. Para fazer face às novas necessidades operacionais, a frota foi aumentada com mais dois aviões Fokker 100.

Companhia regional europeia

A Companhia inaugura, em abril de 1997, sete novos destinos na Península Ibérica e Reino Unido: Barcelona, Bilbao, Las Palmas, Gran Canária, Tenerife, Valência, Palma de Maiorca e Manchester. Para satisfazer a crescente necessidade operacional e flexibilizar a frota, são adquiridas seis aeronaves Embraer 145 (49 lugares).

A expansão no mercado francês aconteceu entre 1998 e 1999, com a inauguração de cinco importantes destinos: Nice, Lyon, Marselha, Bordéus e Toulouse. Ainda em 1999, um acordo de code-share com a Companhia marroquina Regional AirLines acrescentou a rota de Casablanca, primeiro destino não europeu da PGA. A frota da Companhia estabilizou em 2000, contando com 14 aeronaves (6 Fokker 100 e 8 Embraer 145), que se mantêm a operar até ao presente momento. A PGA impôs-se, no mercado europeu, como uma transportadora aérea privada e inovadora, guiada por elevados padrões de serviço. A gestão eficaz e rigorosa, o empenho da sua equipa e o compromisso de qualidade para com os passageiros valeram-lhe o reconhecimento internacional, de que faz prova a atribuição do título Melhor Companhia Aérea Regional da Europa em 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006 e o Prémio Best Cabin Staff da Europa, da Skytrax, em 2005.

Em 2004 a PGA fez o Spin-off da sua área de handling (assistência em terra), associando-se ao Grupo TAP. Nasceu assim a SPdH – Serviços Portugueses de Handling, SA, onde a Companhia detém 6% do capital social. Mais tarde esta empresa alterou a sua denominação para Groundforce.

Integração no Grupo TAP

Em meados de 2007, a PGA integra o Grupo TAP e assume um novo modelo de negócio. A Companhia deixa de trabalhar autonomamente no mercado regional, passando a trabalhar, dentro de uma lógica de Grupo, como provedora de capacidade de voo através do aluguer das aeronaves à TAP.

A aquisição da PGA veio reforçar a posição competitiva da TAP com o aproveitamento de recursos já existentes e de sinergias várias, traduzindo-se no crescimento e melhor oferta no âmbito da rede do Grupo. Com a participação da PGA nas operações TAP, ganha corpo o hub do Porto. Apesar da existente relação contratual, PGA e TAP são empresas independentes que mantêm a identidade jurídica dentro do mesmo Grupo.